NASCIDO NA BAHIA, POETRIX MOVIMENTA LITERATURA MUNDIAL COM FORMAS, CORES E DEBATES

Os poetrixtas baianos Goulart Gomes, Jussara Midlej, Gersinio Neto, Djalma Filho, Cristina Amorim, Marco Bastos, Oswaldo Martins, Ronaldo Jacobina, Vera Trindade, assim como a carioca Lilian Maial, entre tantos outros, do Brasil e exterior, integram o grupo de 43 poetas participantes da Antologia Poetrix 5, seleção de sensibilidade e poesia num texto conciso e inteligente. O lançamento será no dia 11 de agosto na Livraria Cultura – Rua Senador Dantas, 45, mezanino, Centro, Rio de Janeiro das 18 às 21 horas e no dia seguinte, 12/8, em São Paulo no Espaço Scortecci – Rua Deputado Lacerda Franco, 96, Pinheiros, das 17:30 às 20:30 horas.

Poesia contra corrupção, fome, injustiças  ou guerras. Poesia que se veste que carrega as compras e até protege o celular. Não é de hoje que o senso comum parou de associar a linguagem poética a uma visão desconectada da vida prática. É com essa proposta que o Movimento Internacional Poetrix (MIP) chega aos 17 anos com histórias pra contar e mais uma antologia. As comemorações já têm data marcada com lançamento da Antologia Poetrix 5 no Rio de Janeiro e em São Paulo, dias 11 e 12 de agosto, respectivamente.

Quinta edição de uma série, o título reúne 43 autores do Brasil, Portugal, Estados Unidos e Colômbia, com textos em português  e inglês. No conteúdo, os integrantes do MIP mostram engajamento e sintonia com seu próprio tempo e colocam em discussão guerras, intolerância, fome, política, corrupção, além dos já tradicionais temas existenciais e afetivos. Esse volume conta com mais de 300 poetrix.

A linguagem poética Poetrix surgiu em 1999, com uma proposta minimalista, conquistando praticantes, no Brasil e no exterior. Em 2002, portanto há exatos 15 anos, seria publicada a primeira antologia, com apresentação dos escritores Alice Ruiz e Aníbal Beça.

De lá pra cá, a irreverência tomou conta do MIP, especialmente na forma, a exemplo do Tautotrix, em que todas as palavras começam com a mesma letra; Acrostrix, no qual as primeiras sílabas de cada verso formam o título; ou Mesostrix, em que as sílabas centrais formam o título. E ainda Videotrix e Grafitrix, com nomes que falam por si. Este último, inclusive, saltou das páginas para a vida do leitor, em formato de canecas, sacolas, capas de celulares, almofadas. Em maio deste ano, alguns autores realizaram uma exposição de Grafitrix em Buenos Aires.

Poetrix

O Poetrix é um terceto contemporâneo de temática livre, com título e um máximo de trinta sílabas. Proposto, inicialmente, como uma evidente alternativa ao hai-kai, mantendo a sua forma em tercetos, mas subvertendo o seu conteúdo, ao admitir título, rimas, figuras de linguagem e um maior número de sílabas. Mais informações: Bula Poetrix no site www.movimentopoetrix.com.br

O MIP já realizou sete concursos literários e publicou seis coletâneas com a participação de poetrixtas do Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Venezuela, Estados Unidos, México, Espanha, Portugal, Angola e Suíça. Estimulou a publicação de diversos livros e a divulgação de poetrix na Internet, que já ultrapassa a marca dos 150.000 poetrix publicados por centenas de autores (ver www.recantodasletras.com.br).

Goulart Gomes, o criador da linguagem poética Poetrix, é baiano, administrador de empresas, tem pós-graduação em Literatura Brasileira (UCSAL) e em Gestão de Comunicação Integrada (ESPM-RJ). Trabalhou por quase 20 anos na área de Comunicação Empresarial. Obteve 70 prêmios em concursos de poesia, prosa e festivais de música e participou de 48 coletâneas publicadas no Brasil, Cuba, Espanha, USA, Itália, França e Coréia do Sul e tem trabalhos divulgados em vários outros países. Atualmente é o coordenador geral do Movimento Internacional Poetrix. Como editor alternativo propiciou a publicação de 53 livros e coletâneas de novos autores.

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