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ENTREVISTA: ROBERTO SANT’ANA, PRODUTOR MUSICAL

ROBERTO SANT´ANA: “ELIS ERA UMA FILHA DA P*, MAS É A MAIOR CANTORA DO BRASIL”

Produtor conta como descobriu Alcione, Emílio Santiago e Fafá de Belém, fala sobre projetos e câncer e reclama: “Vivo de esmolas”.  

Texto James Martins – Fotos – Mateus Soares / bahia.ba

Roberto Sant´Ana, um dos mais importantes produtores musicais do país

Vale a pena conferir.

Aviso! Essa entrevista pode causar irritação na pele (e nas almas) de pessoas com mentalidade epidérmica. Em tempos de politicamente correto, Roberto Sant’Ana, um dos mais importantes produtores culturais da história do país, teima em falar o que pensa. E sem papas na língua. E, de novo, seu vocabulário pode assustar. “Viado”, por exemplo, é uma palavra que não sai de sua boca. Seria algum desejo oculto? Ele, que começou no teatro, ou melhor, “no Teatro Vila Velha”, como gosta de enfatizar, é responsável por algumas das melhores descobertas e lançamentos da música brasileira como Elomar, Emílio Santiago, Alcione, Fafá de Belém e Quinteto Violado.

Lançou também a Axé Music, através dos discos “Magia”, de Luiz Caldas, e “Mensageiro da Alegria”, de Gerônimo, e, na contramão, registrou para sempre as vozes de três dos nossos maiores poetas: Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes e Mário Quintana. “Drummond bebia mais que Vinícius. A gente precisava levá-lo escorado até o carro no final da gravação”, diz. E essa é apenas uma das surpreendentes revelações desta entrevista exclusiva ao bahia.ba – resultado de três horas de conversa. Difícil (embora inevitável) foi cortar trechos.

Aqui Roberto conta, com riqueza de detalhes, como evitou que Alcione fosse demitida da Polygram antes mesmo de iniciar sua carreira. Fala da relação difícil com Elis Regina: “Vivia pedindo minha cabeça. Era uma filha da puta! Morreu, vira deusa”. E, ao mesmo tempo, diz por que a considera a maior cantora brasileira de todos os tempos. E é nessa aparente dicotomia que está uma chave para ler bem e proveitosamente a presente entrevista: sem simplificações maniqueístas. “Já votei em Lula e em Paulo Souto”, diz ele, que expõe também seu “anti-petismo consagrado” e devido ao qual os desafetos tentam carimbá-lo, mesmo com o seu passado comunista, como “de direita”.

Livre, inocentado de um processo que durou 11 anos, acusado de desvio de verba de um projeto cultural que é o seu xodó, as Domingueiras, Roberto Sant’Ana descobriu recentemente um câncer de próstata que o fez chorar madrugadas a dentro e até mesmo questionar a justiça divina. Mas, com sua voz firme e um temperamento que pode ser tomado por excessivamente viril, grosso mesmo, Roberto sorri. Sorri franco e sempre. E seu sorriso guarda e revela algo de extremamente infantil e, portanto, puro e delicado, em sua alma. É simbólico que a abreviatura de seu nome seja “RS” – sinônimo de riso na internet. Fica a dica. Como já foi dito, a entrevista durou três horas e, pela importância e interligação de tudo, mesmo cortando com pena alguns trechos, o resultado é enorme. Mas vale a pena! Confira a íntegra abaixo:

bahia.ba – Então, para começar, você agora é um homem livre, não é, daquele processo por causa das “Domingueiras”?

Roberto Sant’Ana – Sou livre da sanha criminalista do PT, de todos os seus ladrões e de todos os seus viados. É o único partido que tem ladrões e viados (risos).

.ba – O único? Os outros não têm?

RS – Os outros também têm, mas em menor quantidade.

.ba – Menor quantidade de ladrão ou de viado?

RS – Dos dois (mais risos).

.ba – Mas, de qualquer forma, fale um pouco sobre esse processo, para os leitores entenderem. O que houve? Continue lendo
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EM MEMORÁVEL ENTREVISTA, JERÉ, FILHO DE TONHE REGINA CONTRA ATACA JORNALISTA

Retomando antigo projeto de enfocar fatos históricos e personalidades marcantes da região, tendo como parceiros os blogs GiroemIpiau e Revistabahiaemfoco, o jornalista José Américo, passageiro de um tempo de experimentação, transformação, evolução, amadurecimento e a caminho da plenitude como poeta, literato e ainda repórter, começa a publicar as entrevistas e reportagens de maior relevância em sua atuação nas emissoras de rádio e jornais impressos: hoje ele nos brinda com a entrevista de Jeré, doido manso, amigo, filho de um dos mais tradicionais ipiauenses. Jeré estava sempre surpreendendo  com recorrentes lampejos de lucidez e sabedoria, que, intempestivamente vai em busca de passados remotos e de quando em vez projeta futuros impensáveis. Vamos ao texto:

JERÉ,O TITÃ DOS LÁBIOS DE BRASA

Por José Américo Castro*

Jeré surtado e, na foto menor, aplicado aluno do GEI. (Fotos do acervo de Zé Américo)

E o gigante tombou na senda da existência. Tinha algo de Atlas, o titã, e muitas vezes se mostrava como o próprio Rei Zulu, com sua nobreza tribal, pelas ruas de Ipiaú. Perambulando, aprontando, filosofando, aplicando pegadinhas, confirmando que “o doido vê a vida pelo ponto de vista original”, ele resistiu com bravura àquele suplício, mas, por não ser eterno, tombou! Não suportou o peso que lhe impuseram.

Sexta Feira da Paixão, dia 18 de abril deste ano de 2014,  após algum tempo internado no Hospital do Estado (HGI), Jeremias Almeida Oliveira, o descomunal “Jeré”, expirou. Saía da cena do cotidiano da cidade mais uma personalidade folclórica. Agora é só história,  memória.

“Cadê a liberdade de imprensa Zé? Perguntava toda vez que me encontrava. Eu tinha que admitir que a tal liberdade continuasse engessada e restrita, devido ao comprometimento da mídia com os interesses de grupos empresariais e de políticos que insistem em camuflar a verdade nas emissoras subvencionadas com verbas públicas.

Grande Jeré, figuraça! Jorge Camafeu o descreveu com precisão: – corpanzil de negro estivador, calção abaixo da linha da cintura, peito desnudo, lábios avermelhados, brasas vivas’. Lambada de serpente, tal qual cantava na “noite fria, tempo quente”.

Nascido na Rua Alfredo Brito, Jeré,54 anos, era o caçula de 10 filhos do sapateiro Antônio Regina,ex-goleiro e roupeiro do Independente Esporte e Cultura, que adquiriu prestígio com o pessoal do futebol dedicando-se ao conserto de chuteiras e couraças de bolas.

A infância de Jeré foi naquela mesma área, cruzando o beco dos Dez Quartos, descendo o barranco, correndo pelo areão, deliciando-se nas águas do Rio de Contas, comprando pão na padaria de seu Zezito. Se sobrasse algum trocado exigia que Chico Gaso não economizasse manteiga no manjar de trigo e fermento que degustava ali mesmo, ao pé do balcão, com um ki-Suco de morango.

Inteligente, bom aluno, Jeré ingressou no GEI, destacando-se na matemática. Nem Samarone, com toda a sua pose de mestre no Ginásio de Rio Novo, sabia lidar tão bem com cálculos, métodos numéricos e trigonometria, quanto Jeremias. Com tanto conhecimento, ele ganhou status de professor e não tardou a ensinar outros alunos.

Concluiu o curso técnico em Administração de Empresas e foi trabalhar em São Paulo. De lá voltou pirado. Dizia que era Pelé e que transava com Xuxa. Falava em Mário Covas e elogiava ACM. Embrutecia sem perder a ternura jamais.

Surtado, era aterrorizante. Armava barraco, quebrava prateleiras, derrubava garrafas, pagava sapo e fechava a cara que habitualmente era amarrada. Se o caldo entornasse pesado, sabia tirar de tempo, mostrando que doido também tem juízo.

Um dia, Babão e outros funcionários do CRAS foram capturá-lo na ponte do Japumirim, com a missão de conduzi-lo até um hospício em Itabuna. Quando já estava dominado e amarrado no interior do carro da Prefeitura, eis que chega ao pedaço, vindo da Fazenda Oceania, o prefeito José Mendonça. Este salta do seu Citroen de luxo, toma conhecimento do ocorrido, e, cheio de complacência, determina a imediata soltura daquela figura exótica que lhe olhava com cara de fera pacificada.

Em liberdade, Jeré não perde tempo: se aproxima do alcaide e expressa reconhecimento pelo gesto benevolente com as seguintes palavras:- “Valeu colega!

O bloco Turma do Funil seguia cheio de animação pela Avenida Lauro de Freitas, em direção à Praça do Cinquentenário. Jeré assistia ao desfile examinando cada detalhe, inclusive os minúsculos abadás que vestiam os foliões. Pouco tempo depois se encontra com o organizador da folia e dispara:“ Ô Ral, tu é sabido mesmo! Pinta um pedacinho de pano, vende caro aos bestas que vão dançar no trio elétrico e depois, com o rabo cheio de dinheiro, tu fica curtindo com a cara deles”.

Era certa a visita diária de Jeré à lanchonete Shark. Ali sempre apresentava algumas das suas pérolas. Um dia ele chegou e foi logo dizendo a Beto, o proprietário da casa: – “Pensa em uma pessoa que vive no regime capitalista e não gosta de dinheiro. Essa pessoa sou eu. Sempre fui contra esse sistema, mas agora mudei de idéia: – me dá um real aí que eu quero encher o tanque”.

Na Rua Dois de Dezembro, perto do bar de Belisca Lua, alguns idosos jogavam dominó e falavam da dificuldade em obter a aposentadoria. Jeré escuta a conversa e se intromete:- “Vocês tão reclamando porque são otários. Se botassem um, enchessem a cara de cachaça e bancasse o doido, como eu, já estavam encostado há muito tempo!

Chegando ao Bar de Paulo Moura, próximo ao Ginásio de Esportes, Jeré é provocado por alguém que pretende tirar um sarro com sua cara: ”Tu ainda bate uma? Pergunta o provocador. Jeré pensa por alguns segundos e afirma que sim! Animado com a resposta o sujeito vai além:- “E tu cobra quanto pra bater uma em mim? Rápido no cálculo, Jeré propõe: ”Tu me dá o teu de entrada e o resto eu parcelo em suaves prestações!

Um conhecido jurista adentrava no seu escritório, quando foi abordado por Jeré:”O senhor ainda é advogado? O nobre bacharel assegurou que sim. Diante da afirmativa, Jeré emendou :-”Então a tua vida é tirar a razão de quem tem prá dar a quem não tem”.

A um antigo contabilista ele indagou: “Tu continua ensinando o povo a sonegar imposto? E concluiu: Contador só sabe fazer isso!

Achei que uma entrevista com Jeré daria grande audiência ao nosso programa de jornalismo na Rádio Livre. Álvaro Luís ( Sikilingue) estava na sonoplastia, enquanto eu entrevistava. Cada pergunta era respondida com incrível precisão. Algumas respostas provocavam gostosas gargalhadas, outras eram contidas de muita seriedade. Em determinado momento, Jeré, invertendo as funções, pede para fazer uma pergunta. Concordei e veio a clássica “Cadê a liberdade de imprensa? Com a minha habitual resposta, a entrevista retorna à surreal normalidade.Já finalizando o programa, Jeré solicita outra pergunta.E esta chegou como um torpedo: -”Ô Zé, tu ainda fuma maconha? Estupefato, olhei prá Álvaro, bebi um gole d’água e dei o troco: – Tu é doido, Jeré!

É claro que eu já saí dessa e que não concordo com as colocações de Jeré em relação a advogados e contabilistas, salvo raras exceções. Também é claro que o genial Ariano Suassuna está certo quando diz que “o doido vê a vida pelo ponto de vista original”.

Jeré foi um doido cheio de lucidez e originalidade. Marcou seu tempo, deixou saudades.

*José Américo da Matta Castro é poeta e jornalista

RADIO POVO, DE JEQUIÉ, PROMOVEU DEBATE ENTRE CANDIDATOS A PREFEITO

Debate Radio Povo

Como tem feito em todas as temporadas de eleições, desde 2010, a Radio Povo AM, de Jequié, emissora que integra o Sistema Pazzi de Comunicação, reuniu os seis candidatos a prefeito de Jequié para um debate na manhã desta terça feita (6).

A equipe comandada pelos radialistas Fábio Silva Jussiara Oliveira, Luciano Souza, Rose Senna e Magno Farias, com o apoio imprescindível da gerente administrativa Marta Faustino, liderou o pool jequieense de rádio, composto pela 89.7 Jequié FM; 93 FM; 94.9 Cidade Sol FM e 105 FM Radio Cidade, que retransmitiu o debate integrando a rede temporária de áudio e vídeo, o sistema de transmissão de imagens ao vivo através da web TV Baiana.

Com a competência e segurança de sempre, Fabio silva deu início ao programa exatamente às 9h desta terça-feira (6/9). Os candidatos tiveram oportunidade de expor o seu pensamento e as soluções para os problemas apresentados, inicialmente pelos profissionais da Povo. Em seguida, os radialistas e jornalistas presentes, representantes das demais emissoras, jornais e blogs, aquecendo o debate para o confronto final onde eles se enfrentaram mutuamente mediante sorteio, com direito a réplica e tréplica.

A bióloga e professora universitária Marcela Castro julgava os pleitos formulados pela assessoria dos candidatos, e concedia quando era pertinente, direito de resposta ao ofendido.

Fábio Silva repeliu firmemente a tentativa de um dos assessores de um dos candidatos que, inconformado por algum motivo, ameaçou direcionar o clima harmônico e respeitoso do evento para níveis inferiores.

Mais uma vez a Rádio Povo mereceu os aplausos da comunidade por um trabalho isento e justo,  visando melhor informar aos eleitores nestes tempos de tantos discursos e tantas promessas vãs.

NESTOR CERVERÓ DIZ QUE “DILMA ME SACANEOU”. ELA SABIA DE TUDO. ME JOGOU NO FOGO.


Embora sejam palavras de um delator, as evidências são muitas, em suas declarações, que que a presidente Dilma tinha sim, conhecimento o tempo todo do episódio de Pasadena.

ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO ENTREVISTA ROBERTO GURGEL

Nesta entrevista à jornalista Graziane Madureira, o ex-procurador-geral da República Roberto Gurgel (2009-2013) analisa o impacto do segundo processo de impeachment contra um presidente da República em 24 anos. Ele também fala sobre a crise política brasileira, o atual protagonismo do Poder Judiciário e a operação Lava Jato. Em um dos trechos da conversa, Gurgel afirma que a previsão de reeleição para cargos do executivo fez “um grande mal ao país”.

PRESIDENTE DILMA DISSE QUE PODERIA ME AJUDAR NO STF, AFIRMA EDUARDO CUNHA EM ENTREVISTA

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, atualmente afastado

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, atualmente afastado

“Na primeira entrevista desde que foi afastado da presidência da Câmara pelo STF (Supremo Tribunal Federal), Eduardo Cunha acusa Dilma Rousseff de ter lhe oferecido “ajuda” de cinco ministros do Supremo em seu último encontro reservado com a petista, em setembro de 2015.

“Ela me convocou para falar de medidas e sei lá o quê e disse que tinha cinco ministros do Supremo para poder me ajudar”, afirmou à Folha.

À época, ele já havia rompido com o governo e acabava de ser denunciado pelo Ministério Público por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato – e discutia com a oposição a possibilidade de aceitar o pedido de impeachment.

Sem dar detalhes, Cunha diz ter mantido a suposta oferta em segredo até agora porque, “concretamente, ela não disse o que ia fazer”. “Considerei uma bravata.”

Antigo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo nega enfaticamente a versão e diz que Cunha não merece “nenhuma credibilidade”.

Mesmo afastado do mandato, Cunha usava o broche privativo dos deputados na lapela esquerda do paletó. Para a entrevista, vestiu uma gravata igual à do dia em que rompeu publicamente com o governo Dilma –17 de julho de 2015, data que repete sem precisar consultar a memória. “Fui alvo de uma cassação branca”, queixa-se.

À Folha o presidente contou como conseguiu evitar que o governo conquistasse um álibi para se livrar das pedaladas de 2015.

Ele aceitou o pedido de impeachment horas antes da previsão da votação pelo Congresso da nova meta fiscal, que poderia, segundo ele, dar à presidente um “discurso” para justificar as manobras.”

Folha – Dilma o chama de capitão do golpe.

Eduardo Cunha – Olha aqui, eu tive 53 pedidos de impeachment da presidente. Nunca na história deste país teve um presidente com tantos pedidos de impeachment. Do 53 que ingressaram, eu rejeitei 41, aprovei um e ainda deixei 12 que não foram decididos. Se eu fosse o capitão do golpe, já teria tido impeachment muito tempo atrás. Eu rejeitei o conceito de que o mandato anterior contaminava o mandato atual. Não entrei no mérito da corrupção. Ela promoveu despesas sem autorização do Poder Legislativo. Foi técnico.

Folha – Sua decisão de deflagar o impeachment veio na esteira da decisão do PT de não apoiá-lo no Conselho de Ética…   (Continue lendo) Read the rest of this entry »

SERGIO DA GAMELEIRA ANUNCIA PARTE DO SECRETARIADO

Vice-Prefeito Sergio da Gameleira, 40 anos, empresário, economista, em poucas horas assumirá o comando do município

Vice-Prefeito Sergio da Gameleira, 40 anos, empresário, economista, em poucas horas assumirá o comando do município

O novo prefeito de Jequié, Sergio Suzart Almeida, Sergio da Gameleira, empossado na última sexta feira (6), por determinação do Tribunal de Justiça da Bahia, fez o anúncio de parte da sua equipe de trabalho, no programa Bom dia Jequié, apresentado pelo jornalista Souza Andrade na FM 89.7. À exceção de Ari Carlos Nascimento, são nomes novos que, apesar de qualificados, nunca estiveram à frente de setores do primeiro escalão da Administração Municipal. Confira:

Secretaria de Governo e Relações Institucionais – Ari Carlos Nascimento;

Procurador do Munícipio – Dr. Glaucio Silva Chaves;

Secretaria da Fazenda – Verivaldo Lima;

Secretaria de Comunicação Social – Wellington Nery;

Secretário de Esportes – Marcelo Pires;

Secretaria da Cultura – Alisson Andrade;

Secretaria da Infraestrutura – Fabricio Borges;

Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico – José Sergio Costa Nogueira;

Secretaria do Desenvolvimento Social – Moana Meira;

Secretaria da Administração será ocupada, provavelmente pelo Adm. Emilio Alves de Souza Filho. Os demais profissionais que que ocuparão a pasta de Agricultura, Saúde, Educação, Esporte, ainda não manifestaram resposta aos convites formulados pelo novo prefeito de Jequié, Sergio da Gameleira.

ENTREVISTA: OS DESAFIOS FINANCEIROS, SOCIAIS E POLÍTICOS DA MULHER NO SÉCULO XXI (PARTE 1/3)

 

A Jornalista Graziane Madureira entrevista a Vice-Procuradora da República Ela Wiecko em 3 vídeos. Neste bloco, a entrevistada fala sobre os avanço que as mulheres tiveram nos últimos anos, principalmente do ponto de vista legal.

EM PROGRAMA DA REDE GLOBO VIRGINIA MATTA FALA DAS CARACTERÍSTICAS DA BANANA

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Participando do programa Bem Estar, da Rede Globo, que foi ao ar nesta segunda (22), a engenheira química Virgínia Martins da Matta* falou sobre as peculiaridades da banana e as características das várias espécies da fruta.

Ela abordou o potencial nutritivo da banana, algumas das suas formas mais adequadas de preparo e armazenagem e sua transformação à medida que amadurece, bem como os vários tipos de banana e sua variação de consistência, tamanho e acidez.

A banana representa uma fonte alimentar importante para mais 400 milhões dos habitantes nos países tropicais. É uma excelente fonte de vitaminas B2 (riboflavina) B6 (piridoxina) B9 (ácido fólico). Ainda contém pectinas (anticancerígenas do cólon). Com seu teor em vitamina C confere-lhe em certo poder anti radicais livres.

Virginia da Matta*Vírginia Martins da Matta é natural de Ipiaú-Bahia, Engenheira Química pela Universidade Federal da Bahia (1986), com mestrado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1989) e doutorado em Tecnologia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (1999). Atualmente é pesquisadora A da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, lotada na Embrapa Agroindústria de Alimentos, no Rio de Janeiro.

RODA VIVA ENTREVISTA HELIO BICUDO E JANAÍNA PASCHOAL

Diante da oportunidade do tema e atualidade dos fatos, reproduzimos a entrevista concedida em 2015 ao programa televisivo Roda Viva, do consagrado jurista Helio Bicudo e da professora de direito penal da USP, Faculdade de Direito do Largo do São Francisco, Janaína Paschoal, autores do principal pedido de impeachment da presidente da República. Eles abordam o autoritarismo do Partido dos Trabalhadores e dão respostas certeiras sobre a corrupção nos governos petistas. Vale a pena conferir.
 

Veja o vídeo