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GOVERNADOR NOMEIA 26 TÉCNICOS E ESPECIALISTAS PARA SEMA/INEMA

Às vésperas dos festejos de São João, o governador Rui Costa assinou a nomeação de 26 novos servidores para os cargos de Especialistas e técnicos em Meio Ambiente e Recursos, do quadro de pessoal da Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia (Sema) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). O decreto de nomeação foi publicado na edição do Diário Oficial de 23 de junho, (sexta-feira).

Os agora servidores estavam apreensivos, já que a validade do concurso expiraria justamente no dia 30 de junho próximo. A seleção, para técnicos do nível médio e nível superior, realizada em 2013, contemplava com 179 vagas aos quase seis mil inscritos. Assim, a Secretaria do Meio Ambiente irá contar com seis especialistas aprovados em concurso, enquanto ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, serão direcionados 15 especialistas e cinco técnicos.

Lembrando que esta foi a sétima convocação feita para este concurso desde a sua homologação, em julho de 2013, e a segunda no governo Rui Costa. Até maio deste ano, 185 novos servidores foram nomeados. No biênio 2012-2013, o Governo do Estado autorizou uma série de concursos públicos como parte de sua política de renovação do quadro de pessoal por meio do provimento de cargos efetivos, incluindo, também, certames para a Polícia Militar da Bahia, Polícia Civil, Superintendência de Estudos de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Educação e Procuradoria Geral do Estado (PGE), totalizando 3.255 vagas.

Os aprovados no concurso da SEMA e do INEMA puderam passar o São João comemorando a iniciativa do governador Rui Costa já que, mesmo diante da famigerada crise econômica, aproveitou os candidatos aprovados.

OPINIÃO

Por Erick Brêtas*

“Se você analisa as delações da JBS, as da Odebrecht e as das demais empreiteiras, a conclusão é mais ou menos a seguinte:

O Brasil foi dividido entre cinco grandes quadrilhas nas últimas duas décadas.

A maior e mais perigosa, diferentemente do que diz o Joesley, era a do PT: mais estruturada, mais agressiva, mais eficiente e com os planos mais sólidos de perpetuação no poder. Comandava a Petrobras, os maiores fundos de pensão e dividia o poder com as quadrilhas do PMDB nos bancos públicos. Sua maior aliada econômica (mas não a única) foi a Odebrecht. O chefão supremo, o cappo di tutti i cappi, era o Lula. Palocci e Mantega, os operadores econômicos. José Dirceu, até ser defenestrado, o consigliere. Politicamente equivalia ao Comando Vermelho: pra se manter na presidência era capaz de fazer o Diabo.

A segunda maior era a do PMDB da Câmara. Seus principais chefões eram Temer e Eduardo Cunha. Eliseu Padilha, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco e Henrique Eduardo Alves eram os subchefes. Lúcio Funaro era o operador financeiro. Mandava no FI-FGTS, em diretorias da Caixa Econômica, em fundos de pensão e no ministério da Agricultura. Por causa do controle desse último órgão, tinha tanta influência na JBS. Era o ADA dos políticos — ou seja, mais entranhada nos esquemas do poder tradicional e mais disposta a acordos e partilhas.

A terceira era o PMDB do Senado. Seu chefão era Renan Calheiros. Seu guru e presidente honorário, José Sarney. Edison Lobão, Jader Barbalho e Eunício Oliveira eram outras figuras de proa. Mandava nas empresas da área de energia e tinha influência nos fundos de pensão e empreiteiras que atuavam no setor. Por divergências sobre o rateio da propina, vivia às turras com a quadrilha do PMDB na Câmara, que era maior e mais organizada. Esta facção tem ainda a simbólica figura de Romero Jucá, que circula entre todos os grupos listados nesse texto como uma espécie de cimento que os une e protege (“delimita tudo como está, estanca a sangria.”).

A quarta era o PSDB paulista, cuja figura de maior expressão era o Serra. Tinha grande independência das quadrilhas de PT e PMDB porque o governo de São Paulo era terreno fértil em licitações e obras. A empresa mais próxima do grupo era a Andrade Gutierrez, mas também foi financiada por esquemas com Alstom e Odebrecht.

A quinta e última era o PSDB de Minas — ou, para ser mas preciso, o PSDB do Aécio. Era uma quadrilha paroquial, com raio de ação mais restrito, mas ainda assim mandava em Furnas e usava a Cemig como operadora de esquemas nacionais, como o consórcio da hidrelétrica do Rio Madeira.

Em torno dessas “big five” flutuavam bandos menores, mas nem por isso menos agressivos em sua rapinagem — como o PR, que dava as cartas no setor de Transportes, o PSD do Kassab, que controlou o ministério das Cidades no governo Dilma, o PP, que compartilhava a Petrobras com o PT, e o consórcio PRB-Igreja Universal, que tinha interesses na área de Esportes.

Havia também os bandos regionais, que atuavam com maior ou menor grau de independência. O PMDB do Rio e seu inacreditável comandante Sérgio Cabral, por exemplo, chegaram a ser mais poderosos que os grupos nacionais. Fernando Pimentel liderava uma subquadrilha petista em Minas. O PT baiano também tinha voo próprio, embora muito conectado ao esquema nacional. Os grupos locais se diferenciavam das quadrilhas tucanas pelas aspirações e influência mais restritas aos territórios que governavam.

Por fim, vinham parlamentares e outros políticos do Centrão, negociados de maneira transacional no varejo: uma emenda aqui, um caixa 2 ali, uma secretaria acolá. Esses grupos se acoplavam ao poderoso de turno e a suas ideologias: de FHC a Lula, de Dilma a Temer. O neoliberal de anteontem era o nacionalista de ontem, o reformista de hoje e o que estiver na moda amanhã.

Digo tudo isso não para reduzir a importância do PT e o protagonismo do Lula nos crimes que foram cometidos contra o Brasil. Lula tem de ser preso e o PT tem que ser reduzido ao tamanho de um PSTU.

Mas ninguém pode dizer que é contra a corrupção se tolerar as quadrilhas do PMDB ou do PSDB em nome da “estabilidade”, “das reformas” ou de qualquer outra tábua de salvação que esses bandidos jogam para si mesmos.

E que ninguém superestime as rivalidades existentes entre esses cinco grupos. Em nome da própria sobrevivência eles são capazes de qualquer tipo de acordo ou acomodação e farão de tudo para obstruir a Lava Jato.”

* Diretor de mídias digitais da Globo: via Aninha Franco em página do Facebook

BRAZIL SYSTEM

Por Aninha Franco*

Publicado em Trilhas: Correio da Bahia

 

 

Quarenta e cinco anos sem Leila Diniz fazem falta ao Brazil System. Quando Marcela Temer nasceu, em 1983, para ser recatada, do lar e, futura esposa de Michel Temer, o presidente investigado, Leila Diniz estava morta desde 1972. Quando Marcela adolesceu, o Pasquim era cinzas, Henfil estava morto, e a Graúna estacionada em 1988. Henfil não assistiu à saída dos militares, e só votou para presidente da república uma vez, em 1962, porque de 1964a1989 nos foi proibido eleger presidentes. Voltando ao presente, desde sexta-feira, 9, sabemos que Temer ficou e Dilma pode candidatar-se e se eleger ao que quiser. Que Gilmar Mendes, presidente do Tribunal que deveria vigiar e punir os malfeitores eleitorais, desempatou o 3×3 e votou pela absolvição de Dilma&Temer.

O Michel Temer ficado já devolveu a obrigatoriedade do imposto sindical à República sindicalista e os trabalhadores brasileiros continuarão destinando um dia de suas jornadas à boa vida dos líderes sindicais. Talvez com esse agrado as greves e manifestações perderão seus ímpetos. Temer anistiou os banqueiros, aqueles profissionais que sempre lucram no tempo das vacas magras e das vacas gordas, e está bem com o Capital, com os 17 mil sindicatos e para continuar ficando parece que gastará muito do Erário combalido. Nós já assistimos isso com Dilma, em queda, mas Temer tem mais aliados e minha intuição sugere que o PMDB não está brigado de verdade com o PT. Que a rusga é cênica. Que daqui a pouco PT e PMDB retomarão seu caso de afeto declarando, mais uma vez, amor aos que mais precisam. Sim, o Brasil não é uma nação, é um programa de humor que acabará nos matando de rir.

Recentemente, fotografei a placa de inauguração da Superintendência da PF – que está trabalhando certeira – e nela descobri que o prédio foi inaugurado pelo presidente Fernando Collor. E é sim, é muito engraçado.

E de risada em risada, desconfio que Juscelino Kubitschek não criou uma capital em 1960, que Juscelino criou um ninho de ratos, cevados com todos os privilégios nos últimos 57 anos, totalmente imunes à decência. É verdade que a Lava Jato desfalcou e ameaçou o ninho. João Santana, Patinhas, por exemplo, faz falta ao PT saído e ao Temer ficado, porque explicaria com mais elegância o ataque petista à jornalista Myriam Leitão. E esconderia Temer melhor da sociedade, esse vice do PT duas vezes. Como é que o PT aceita um cara tão primário como vice-presidente de uma presidente doidinha?

Desde os primórdios da civilidade, os lideres políticos foram preparados por pensadores para governar. Alexandre, o Grande, possivelmente foi grande porque teve o filósofo Aristóteles como mestre. O Poder não é uma atividade banal. Se o Brazil System não suporta filósofos, use marqueteiros preparados em humanidades. Chega-se ao poder para confortar milhares de cidadãos que dependem do líder, do chefe para sobreviver e desfrutar das existências. Parece que Temer só pensa nele, em Marcela, em Michelzinho e, no máximo, em Rocha Loures, seu “longa manus”.

E com esse Brazil System, é claro que o Brasil será, para sempre, um País em crise.

Leila Diniz, Graúna (Henfil) e a família Temer

*Aninha Franco é escritora, pensadora, poeta, dramaturga, crítica, advogada e ativista cultural.

 

SÃO JOÃO DE JEQUIÉ TEVE SUA ABERTURA LOGO APÓS O ENCERRAMENTO DOS FESTEJOS DE SANTO ANTÔNIO

De acordo a tradição, no dia seguinte ao encerramento do trezenário em homenagem a Santo Antônio. A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, deu início à programação do São João 2017 de Jequié.

A solenidade de abertura, na Vila Junina, sem as adaptações anteriores da Praça Rui Barbosa, o prefeito Sergio da Gameleira acompanhado por seu secretariado ocupou o palco Patativa do Assaré, na noite de quarta-feira, 14, para a abertura oficial e ouvir do Secretário Alisson Andrade que estava tudo pronto para a grande festa de São João, agora em menores dimensões, mas, nem por isso, menos animada e com farta programação.

Entre os convidados, esteve presente o deputado federal Antônio Brito, o vice-prefeito e Secretário de Saúde, Hassan Youssef, vereadores da base de apoio da prefeitura e a representante do Conselho do São João, a também vereadora Laninha.

Depois da execução da queima de fogos de artifício, alguns discursos e muita confraternização, foi apresentado o espetáculo “Chamego: uma fuxicação de Luiz a caatinga jequieense”, produzido pelos corpos artísticos da Secut/Prefeitura; a Cia de Teatro com o Canto da Saracura, quadrilha junina e arrasta-pé com o Forrozão Belo Xote.

JEQUIÉ: CATEDRAL RECEBE FIÉIS PARA MISSA DE ENCERRAMENTO DA TREZENA DE SANTO ANTÔNIO

O Bispo Diocesano Dom José Rui Gonçalves celebrou a missa de encerramento dos festejos de Santo Antônio em Jequié. A Tradicional festa do Padroeiro do município, este ano presidida pelo casal Beto e Keila, contou com uma extensa programação atraindo uma multidão à Catedral de Santo Antônio ao longo dos treze dias em que as homenagens foram prestadas. Apesar da restrição feita pela Comissão Organizadora da festa à venda de bebidas alcoólicas e outras manifestações consideradas pagãs, parte expressiva da população se fez presente às celebrações do trezenário que culminaram com a procissão e missa de encerramento. Como sempre, profissionais liberais, fazendeiros, bancários, estudantes, Políticos, autoridades e devotos do santo franciscano que nasceu em Lisboa em 1195 e que morreu em Pádua na Itália no ano de 1231, sempre muito festejado em Jequié e em todo o Brasil.

Na foto, o ex-deputado federal Leur Lomanto, fiel tradicional a Santo Antônio de Pádua, desde os seus pais, Hildete e Antônio Lomanto Júnior, acompanhado pelos deputados estaduais Deputado Leur Lomanto Junior e Sandro Regis.

A população compareceu (Foto Zenilton Meira)

INAUGURADA A SEDE DO PROGRAMA ASSEMBLEIA DE CARINHO NA ALBA

Sob a presidência da Bacharel em Turismo e “Primeira Dama” da ALBA, Eleusa Coronel, o programa “Assembleia de Carinho”, concebido para incrementar o incentivo e conscientização da importância do trabalho voluntário, inaugurou nesta terça (13) a sede da entidade, localizada na espaço ajardinado do térreo da Assembleia Legislativa.

A atividade da Assembleia de Carinho gira em torno da atuação das deputadas estaduais e esposas dos parlamentares, independentemente de vínculos partidários ou ideologia política. Apesar do pouco tempo de implantação, já conta com iniciativas vitoriosas como a participação da Assembleia Legislativa da Bahia, nas ações desenvolvidas pela Fundação Doutor Jesus, e, recentemente se dispôs, mediante convênio de cooperação, trabalhar em prol de instituições como o Hospital Aristides Maltez e a Organização Social Irmã Dulce.

Carismática, agradável no trato, Eleusa Coronel catalisa energias de solidariedade em torno do seu projeto, agrega funcionários efetivos e terceirizados, conta com o concurso de deputados e deputadas e já leva o nome do “Programa Assembleia com Carinho” a ter destaque nos principais municípios do estado da Bahia e até em outros estados da federação.

O novo espaço tende a dinamizar ainda mais as ações do grupo, conquista novos trabalhadores e influenciar a cada vez mais voluntários a ingressarem no projeto e, como diz Eleusa Coronel “… As pessoas crescem ao adotarem atitudes que transformam”. Parabéns à “primeira dama” da ALBA.

POLICIA FEDERAL ENVIA AO MPF INQUÉRITO SOBRE EMPRESA DE PALESTRAS DE LULA

Lula palestrabte

SÃO PAULO — O Ministério Público Federal (MPF) apertou o cerco nas investigações relacionadas ao ex-presidente Lula na Operação Lava-Jato. Empresas, bancos e entidades de classe que fizeram pagamentos à L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações – aberta em 2011, após deixar o governo – estão sendo oficiadas a apresentar comprovantes dos pagamentos e da realização das palestras proferidas pelo ex-presidente.

A Polícia Federal encaminhou para a força-tarefa do Ministério Público Federal o inquérito que apura crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro supostamente praticados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva através desta empresa.

As suspeitas são que os pagamentos feitos por palestras realizadas pelo petista, no Brasil e em países das Américas Latina e Central e África possam ter ocultado propinas. Na quinta-feira, 8, o delegado Dante Pegoraro Lemos assumiu o inquérito e o encaminhou para os procuradores da Lava Jato, em Curitiba. O procedimento criminal será acrescido das delações premiadas do executivos da Odebrecht, uma das empreiteiras do cartel que fatiava obras na Petrobrás que pagou pelas palestras de Lula. O inquérito era conduzido pelo delegado Márcio Anselmo, que iniciou as apurações da Lava Jato, e que no início do ano foi transferido para Vitória, no Espírito Santo. No dia 23 de março, ao deixar a condução do inquérito, o delegado escreveu em despacho que as investigações foram instauradas para apurar possíveis crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, apís quebra de sigilo fiscal bancário, que “aponta recebimento de valores das empresas investigadas no âmbito da Operação Lavajato (Odebrecht, Camargp Corrêa, UTC, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e OAS) por parte da empresa LILS Palestras, Eventos e Publicações Ltda. em valores que alcançam R$ 9.338.658,75”. Criada para que o ex-presidente pudesse dar palestras, a LILS movimentou entre 2011 e 2015 um total de R$ 52,3 milhões. Foram R$ 27 milhõesrecebidos, a maior parte de empreiteiras e grandes empresas, e R$ 25,2 milhões em débitos. Na ocasião, Anselmo sugeriu que o novo responsável pelo inquérito aguardasse “as informações prestadas pelos colaboradores relacionados aos fatos sob investigação” ou que fosse solicitado ao Supremo Tribunal Federal o “compartilhamento das informações” da mega delação da Odebrecht homologada em janeiro.

Leia mais  https://oglobo.globo.com/brasil/mpf-exige-de-empresas-provas-de-que-lula-deu-palestras 18763467#ixzz4jthUFHy4

ÂNGELO CORONEL É UM BOM NOME PARA A SUCESSÃO NA BAHIA, AFIRMA O SENADOR OTTO ALENCAR

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ângelo Coronel e o Senador Otto Alencar. Planos para 2018

O senador Otto Alencar (PSD) afirmou nesta segunda-feira, 05, que o presidente da Assembleia Legislativa, Ângelo Coronel, é um “bom nome” para as eleições de 2018. Em entrevista a uma emissora de rádio, Otto exaltou o trabalho realizado pelo correligionário na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, onde tem promovido uma série de ações no sentido de aproximar o Legislativo da sociedade, diminuir os gastos e buscar dar mais eficiência administrativa à Casa. “É um político que vem há muito tempo trabalhando, e hoje é presidente da Assembleia Legislativa da Bahia. Tem feito um trabalho muito bom lá, diminuiu o custo, começou a dialogar com os funcionários, vários seguimentos da sociedade. Eu sou suspeito para falar de Coronel. Sou compadre dele, batizei o filho dele, Diego Coronel”, acrescentou.

O senador apontou, ainda, que existem “outros nomes no PSD, mas não posso dizer se ele (Coronel) será ou não candidato em 2018, depende do momento”. Segundo o senador, o momento  deve ocorrer em março ou abril de 2018”. Sobre as declarações de Coronel afirmando que não seria candidato, Otto fez um vaticínio: “Quem é político sabe, como eu sei, não se governa”.

Fonte: Política Livre

MP PEDE PRISÃO DE LULA E PAGAMENTO DE MULTAS DE R$ 87 MILHÕES

Lula trocou apoio ideológico por compra da base, diz Lava Jato ao pedir prisão de petista

No primeiro pedido de condenação – com pena de prisão – do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, afirmou que o governo petista trocou a busca de apoio político por “alinhamento ideológico” pela compra de “apoio parlamentar de outros políticos e partidos” para permanecer no poder. A Procuradoria da República pediu em alegações finais no processo do triplex do Guarujá (SP), nesta sexta-feira, 2, a condenação de Lula, por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, no esquema de cartel e propinas descoberto na Petrobrás. “Em vez de buscar apoio político por intermédio do alinhamento ideológico, Lula comandou a formação de um esquema criminoso de desvio de recursos públicos destinados a comprar apoio parlamentar de outros políticos e partidos, enriquecer ilicitamente os envolvidos e financiar caras campanhas eleitorais do Partido dos Trabalhadores em prol de uma permanência no poder assentada em recursos públicos desviados”, afirma o Ministério Público Federal. O documento foi entregue ao juiz federal Sérgio Moro, dos processos da Lava Jato em primeira instância, em Curitiba.

Será o primeiro processo criminal contra Lula a ser julgado na 13ª Vara Federal, na capital paranaense – origem do escândalo Petrobrás, que derrubou a ex-presidente Dilma Rousseff, de forma indireta, e colocou o ex-presidente no banco dos réus. Nas alegações finais do processo, a força-tarefa afirma ainda que Lula subverteu a prática de distribuição de cargos no governo entre partidos da base por alinhamento político. “A motivação da distribuição de altos cargos na Administração Pública Federal excedeu a simples disposição de cargos estratégicos a agremiações políticas alinhadas ao plano de governo. Ela passou a visar à geração e à arrecadação de propina em contratos públicos.” Em três anos de Lava Jato, a força-tarefa mapeou pelo menos R$ 40 bilhões de desvios, dos quais R$ 6,2 bilhões para pagamentos de propinas para agentes públicos e seus padrinhos políticos, em especial do PT, PMDB e PP – que comandavam as três diretorias estratégicas da estatal, Serviços, Internacional e Abastecimento, respectivamente.

Procuradoria quer regime fechado para Lula no caso tríplex

A Procuradoria da República pediu, em alegações finais, nesta sexta-feira, 2, a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em regime fechado na ação penal do caso triplex. O petista é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção pela força-tarefa da Lava Jato, que atribui ao ex-presidente o papel de ‘comandante máximo do esquema de corrupção’ identificado na operação. A denúncia do Ministério Público Federal sustenta que Lula recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio – de um valor de R$ 87 milhões de corrupção – da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012. As acusações contra Lula são relativas ao suposto recebimento de vantagens ilícitas da empreiteira OAS por meio do triplex no Guarujá, no Solaris, e ao armazenamento de bens do acervo presidencial, de 2011 a 2016. Alegações finais são a parte derradeira do processo, em que o Ministério Público, que acusa, e as defesas apresentam suas argumentações e pedidos a serem considerados pelo juízo. O documento tem 334 páginas. Além de Lula, são réus os empreiteiros José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, da OAS, os executivos da empresa Agenor Franklin Martins, Paulo Gordilho, Fábio Yonamine, Roberto Ferreira e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto. “Em decorrência do quantum de pena a ser fixado aos réus Luiz Inácio Lula da Silva, José Adelmário Pinheiro Filho, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Paulo Roberto Valente Gordilho, Fábio Hori Yonamine, Roberto Moreira Ferreira e Paulo Okamotto, requer-se seja determinado o regime fechado como o regime inicial de cumprimento da pena”, pede a força-tarefa da Lava Jato.

(Fonte: Política Livre)

DÓRIA OBTÉM NOVA VITÓRIA NA LUTA CONTRA O CRACK E JUSTIÇA AUTORIZA INTERNAÇÕES À FORÇA

Só quem conhece a realidade da rua Sta Ifigênia e adjacências no centro de São Paulo, pode avaliar a degradação da horda de viciados que vivem naquelas artérias da cidade.

São Paulo – A Justiça autorizou o município de São Paulo a efetuar internações à força de usuários de crack. É mais uma vitória parcial do prefeito João Dória Júnior na luta contra o ‘crack’, uma droga avassaladora e de difícil tratamento, que nunca nenhuma autoridade ousou enfrentar.

O primeiro grande trunfo nesta luta árdua foi o fim da ‘cracolândia’ e devolução da área ao povo paulistano.

Enfrentando ferrenha oposição de movimentos de esquerda e dos defensores de ‘direitos humanos’, o prefeito conseguiu ordem judicial para que num período definido de 30 dias, agentes sociais e de saúde e guardas-civis, possam retirar à força os usuários das ruas para uma avaliação de psiquiatras e médicos e posterior de um juiz. Esse tipo de abordagem não era permitido e sempre deverá ser individualizada e feita só a maiores de 18 anos.

Entidades defensoras de direitos humanos, defensoria pública, Ministério Público e o próprio CREMESP (Conselho Regional de Medicina de Estado de São Paulo) estão contra a atuação da prefeitura. Da mesma forma como se agregaram para as permissividades que complementou a Constituição de 1988, enchendo-a de penduricalhos que acabou prejudicando o funcionamento da nação brasileira com paternalismos, cota disso, cota daquilo…

Agora, no episódio da “Cracolândia”, esses órgãos estão encarando a internação compulsória como uma prisão e alegam que o usuário de drogas não é criminoso. Preferem ignorar o fato de que o viciado sequer admite tratamento para livrá-lo da dependência. Que é necessário uma iniciativa, um movimento externo para determinar o começo do tratamento. Enquanto isso, a sociedade, a família, a nação vem se degradando com o crescimentos de legiões de drogados, com o fortalecimento do comércio de droga que alimenta o tráfico, tendo como consequência o crescimento vertiginoso da violência, que já chegou a todo o país, inclusive nas pequenas cidades do interior do Brasil.

Mesmo diante do quadro, a esquerda, que domina algumas dessas entidades, considera um erro o extermínio da ‘Cracolândia’. O Conselho Regional de  Medicina do Estado de São Paulo, por exemplo, promete instaurar procedimento administrativo contra os médicos que realizarem a internação na forma planejada pelo prefeito de São Paulo, João Dória.

Com tanta gente defendendo os ‘craqueiros’ e, por consequência’ protegendo traficantes, não é sem razão que o número de viciados vinha aumentando de maneira assustadora em São Paulo e em todo o país.

Veja o vídeo